Como as pessoas serão homenageadas no futuro?

Toda cidade tem os seus Queridos para Sempre! Poetas, cantores, atores, escritores, cientistas, educadores, líderes e heróis de todas as áreas e épocas, que ao longo do tempo foram imortalizados em nomes de bairros, ruas, praças e prédios. No entanto, se existem cada vez menos espaços sem nome, como as pessoas serão homenageadas no futuro?

Por isso as instituições e as famílias estão ganhando uma inovação na forma de se contar a história para as futuras gerações e de prestar homenagem além da vida. Hospedado nas nuvens, o Dears Book é um inédito livro digital, criado para que as cidades registrem suas celebridades em todos os campos, pelo tempo que existir a internet.

Na prática, todas as famílias podem manter viva a memória de seus antepassados com o Dears Book. Mas a iniciativa também desponta como uma poderosa e sustentável ferramenta para a comunicação de empresas, entidades de classe, órgãos públicos, clubes de serviço, etc, que podem patrocinar páginas para seus ex-dirigentes e membros, fazendo justiça a quem escreveu seu nome no livro da vida, deixou boas lembranças e não pode ser esquecido.

O Projeto Cultural Queridos para Sempre! é responsável pelo resgate e preservação das referências históricas e arquitetônicas encontradas nos cemitérios tradicionais, identificando esses túmulos com placas digitais e realidade aumentada. De olho nas tendências do setor, o Dears Book é a solução tecnológica desenvolvida para quem optou pela cremação, pelos cemitérios-parque ou verticais. Respeitando outros eventuais sistemas de codificação adotados, um painel é colocado na entrada dos cemitérios com as “atrações locais”, que passam a ser conhecidas não apenas dos que os visitam, como também dos internautas em computadores e celulares (Queridos para Sempre ou Dears Forever nos sites de busca).

“Basta de tantas memórias perdidas no tempo”, afirma o professor e historiador Milton Teixeira, que realiza passeios guiados pelas ruas e cemitérios do Rio de Janeiro. “Agora os nomes das ruas, os monumentos, os títulos de muitas instituições farão algum sentido. Essa iniciativa vai facilitar a vida dos pesquisadores e abrir novos campos de trabalho nas cidades. Ainda que os restos mortais não tenham sido preservados, a memória dos Queridos para Sempre estará bem guardada e disponível para todo o mundo”, completa.

 

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